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Os protetores auditivos são equipamentos de proteção individual essenciais para preservar a saúde de profissionais expostos a ruídos excessivos em obras, indústrias ou manutenções residenciais. Projetados para reduzir a pressão sonora no canal auditivo, esses dispositivos garantem conforto durante jornadas prolongadas e previnem danos irreversíveis à audição. A seleção da Soluwan foca em itens que equilibram alta capacidade de atenuação com ergonomia, atendendo às exigências técnicas de segurança do trabalho com máxima eficiência e durabilidade para o usuário.
A escolha do modelo correto depende diretamente do ambiente de trabalho e do nível de ruído ao qual o colaborador está exposto. Existem basicamente dois formatos principais que atendem diferentes necessidades de vedação e praticidade. Para garantir a proteção completa, é recomendável integrar o uso desses itens com outros EPI'S e EPC'S adequados para cada função técnica.
Modelos de inserção, geralmente fabricados em silicone ou espuma expansível. São leves, discretos e ideais para uso prolongado em ambientes com temperaturas elevadas, permitindo ventilação no canal auditivo.
Também conhecidos como abafadores, esses modelos envolvem completamente a orelha. Oferecem, em regra, níveis de atenuação superiores e são práticos para situações onde o trabalhador precisa colocar e retirar o equipamento com frequência.
Para o solucionador eficaz, a decisão de compra deve ser pautada por critérios técnicos que evitem o retrabalho e garantam a integridade física. Avaliar o ambiente e a compatibilidade com outros acessórios é o primeiro passo para uma operação segura e eficiente.
Verifique o índice NRRsf indicado na embalagem, que representa quantos decibéis o equipamento consegue reduzir. Essa medida deve ser compatível com o ruído gerado pelas máquinas ou processos do local.
Para turnos longos, modelos com almofadas macias ou silicone de grau farmacêutico são preferíveis. O conforto evita que o profissional retire o equipamento antes do fim da jornada, mantendo a proteção constante.
Ao utilizar proteção para os ouvidos, verifique se há interferência com o ajuste de capacetes de segurança ou com as hastes de óculos de proteção, garantindo que a vedação sonora não seja comprometida.
A durabilidade de um protetor auditivo está diretamente ligada à rotina de limpeza e ao armazenamento correto. Como são itens de uso pessoal e contato direto com a pele, a higiene rigorosa previne infecções no canal auditivo e degradação precoce dos materiais, garantindo o melhor custo-benefício do investimento.
Modelos de silicone devem ser lavados diariamente com água e sabão neutro, secando-os completamente antes do armazenamento. Já os protetores tipo concha exigem a limpeza das almofadas externas com pano úmido, evitando a imersão total em água que pode danificar as espumas internas de absorção sonora.
Fique atento a sinais de endurecimento do silicone, rachaduras nas conchas ou perda de elasticidade das espumas. Equipamentos danificados perdem sua capacidade de vedação e devem ser substituídos imediatamente para não comprometer a saúde ocupacional do usuário.
Confira as principais dúvidas sobre o uso e a especificação técnica de dispositivos de proteção para os ouvidos.
O protetor de silicone é reutilizável, mais durável e fácil de higienizar, sendo ideal para uso frequente. O protetor de espuma costuma ser descartável ou de curta duração, adaptando-se ao formato do canal auditivo por expansão, o que pode oferecer um conforto diferenciado para alguns usuários em usos pontuais.
Um protetor bem ajustado deve causar uma mudança perceptível na percepção sonora, abafando ruídos externos de forma equilibrada. No caso dos plugs, não devem sobrar partes excessivas para fora do canal. Nos modelos concha, a almofada deve estar totalmente em contato com o rosto, sem vãos causados por cabelos ou hastes de óculos.
Sim, todos os EPIs possuem validade de fabricação e um tempo de vida útil após o início do uso. A durabilidade varia conforme o material e as condições de trabalho, mas a recomendação técnica geral é seguir as instruções do fabricante e realizar trocas sempre que houver deformação ou perda de flexibilidade do material.
Sim, essa prática é conhecida como dupla proteção. Ela é recomendada para ambientes com níveis de ruído extremamente elevados, onde um único equipamento não é suficiente para reduzir o som a níveis seguros. Essa combinação soma as capacidades de atenuação, garantindo proteção extra para o sistema auditivo do profissional.
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